Desisti de procurar o inalterável, a cor baça inexistente, a perfeição negligente. Gosto da batida e das palavras, que nunca são as que queremos ouvir, gosto da comida acabada de fazer do cheiro a alfazema.
Sou o sonhador cada vez mais perto da realidade, da saudade crónica, dos filmes cinzentos e do nunca encontrado.
A teimosia e a ambição sempre foram amigas contínuas. A inconstância de não ser o mesmo, parece que também.
Acima de tudo sou eu. Cada vez mais.
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